Abandonada: Por que Algumas Mulheres se Culpam Tanto
Ser abandonada dói. E não é drama, exagero ou fraqueza. É aquele vazio que aparece depois do término inesperado, quando a casa fica silenciosa demais e a cabeça barulhenta demais.
Primeiro vem a perda. Logo depois, o sentimento de rejeição. Mas o pior não é ele ter ido — é o que começa dentro de você quando ele vai. A mente vira tribunal, e você vira ré. “Se eu fosse diferente…”, “se eu tivesse feito mais…”. Parece lógico, né? Só que não é.
Então, continue lendo e descubra por que essa culpa aparece — e como ela te prende mais do que o abandono em si.
O que é Se Sentir Abandonada?
Se sentir abandonada não é só sobre ele ter ido embora. Não é apenas o término, o vácuo ou o silêncio que ficou. Em outras palavras, é aquela sensação de alguém ir embora do nada, sem conversa, sem aviso e sem te dar chance de reagir.
Ou seja, não é só ausência — é perda de conexão emocional. É quando o chão some, a segurança vai embora e você fica se perguntando em que momento tudo desandou.
Por que Algumas Mulheres se Culpam por Terem Sido Abandonadas

Muitas mulheres abandonadas não sofrem só pela ausência, mas pelo que a mente faz depois que tudo acaba. E, quase sempre, esse alvo acaba sendo ela mesma.
Então, confira os principais motivos:
A culpa como falsa sensação de poder
Quando você pensa “se eu fosse diferente”, surge uma ilusão de controle emocional. Pois, no fundo, é menos doloroso acreditar que foi descartada por algo que fez do que aceitar que não tinha poder nenhum sobre a escolha do outro.
A fantasia do “eu ideal que teria sido amada”
A mente cria um personagem imaginário: a versão “perfeita” que teria sido escolhida. Mais calma, menos intensa, mais silenciosa. Assim, o sentimento de abandono se mistura com a idealização no relacionamento, virando comparação constante consigo mesma.
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O que Fazer Quando Se Sente Abandonada?
Depois que a poeira baixa, muitas mulheres abandonadas ficam presas na própria cabeça. Mas, seguir remoendo não resolve — só prolonga a dor. Portanto, esse é o momento de sair do looping mental e voltar ao presente, com atitudes internas simples, mas honestas.
Então, confira como fazer isso:
Parar de renegociar o passado
Ficar relendo conversas, revivendo atitudes e insistindo nos “e se…” não traz resposta — só mantém a ferida aberta. No fundo, renegociar o passado é uma tentativa de escapar da realidade.
Para quem carrega trauma de abandono, aceitar o fim dói mais do que admitir que alguém foi embora e a deixou largada às traças sem explicação.
Dicas:
- Apague mensagens antigas que você trocou com seu ex
- Pare de imaginar diálogos que nunca vão acontecer
- Sempre que a mente voltar, traga o foco para o agora, não para o “e se”
Aceitar não apaga a dor, mas impede que ela continue se repetindo.

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Nomear o que é perda e o que é fantasia
Muitas vezes, a dor não vem só do que acabou, mas do que você esperava que fosse. Por isso, separar a perda real da fantasia ajuda a diminuir a autocrítica. Especialmente quando ele deu ghost, a mente preenche o vazio com histórias que dificultam o desapego emocional.
Dicas:
- Liste o que ele realmente fez, não o que você imaginava que faria
- Reconheça quais promessas existiram só na sua expectativa
- Questione se a dor vem da ausência ou da idealização
Em outras palavras, quando a fantasia cai, a dor muda de lugar — e começa a perder força.
Reconstruir valor sem validação de retorno
Depois do abandono emocional, é comum medir o próprio valor pela chance de ser escolhida de novo. No entanto, isso só mantém você presa à validação externa. Reconstruir o valor próprio é parar de se olhar pelos olhos de quem foi embora e voltar a ser sua própria referência.
Dicas:
- Corte o hábito de imaginar o que faria ele voltar
- Reforce escolhas que não dependem da aprovação de ninguém
- Lembre-se diariamente de quem você era antes de tentar agradar
Logo, quando o foco volta para você, o abandono perde o poder de definir quem você é.
Trazer a Pessoa Amada de Volta Após o Abandono
Se, ainda assim, você sentir que deseja trazer a pessoa amada de volta, existe o Selamento Espiritual. Esse ritual entra em ação quando algo quebra o laço emocional, independentemente de como o relacionamento terminou.
Trabalhando a raiz emocional do afastamento, o Selamento é entregue à entidade Iyami Oxorongá, reorganizando o elo afetivo. Então, a partir disso, a pessoa passa a procurar, ligar e até implorar pela retomada da relação, não por impulso, mas com consciência, entrega real e decisão própria.

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Conclusão: Como Curar o Trauma de ser Abandonada
Sentir-se abandonada dói, e isso é inegável. Mas o que destrói de verdade vem depois, quando a culpa vira hábito e você começa a se punir pelo que não controlou. Culpar-se não muda o que aconteceu. Só prolonga a ausência. Lucidez não apaga a dor — mas impede que ela vire identidade.
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